Em que ano lançou o desenho: "Scooby-Doo Cade você?"? Flávia Nóbrega nº:08

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

William Henry Fox Talbot - Giulia nº11

William Henry Fox-Talbot nasceu no dia 11 de Fevereiro de 1800, em Lacock Abbey, na Inglaterra, descendente de nobre família, membro do parlamento britânico, estudou matemáticas em Cambridge. Escritor filósofo e cientista, usava a câmera escura para desenhos em suas viagens e foi um dos pioneiros no âmbito fotográfico, como fotógrafo veio a ser conhecido e suas experiências foram de grande contribuição na área da fotografia. Ele vinha pesquisando a fixação da imagem da câmera escura há tempos. Extremamente erudito, com múltiplos interesses investigativos, seus conhecimento se estendiam da matemática, área em que era especialista, às línguas orientais, passando pela física e pela química, tradução de textos siberianos e arqueologia, mas teve diversas inquietudes em outros campos, como por exemplo a botânica. Por causa de seus problemas como desenhista, interessou-se por outra classe de métodos mecânicos para capturar e reter as imagens. Através do uso da câmera escura e a câmera de luz começou suas grandes investigações durante sua estadia de férias à orla do lago Como.Os conceitos de câmera escura já tinham sido desenvolvidos com anterioridade, mas foram a grande base para Talbot em suas primeiras investigações. Na intenção de fugir da patente do daguerreótipo em seu pais e solucionar suas limitações técnicas, pesquisava uma fórmula de impressionar quimicamente o papel.
Talbot iniciou suas pesquisas fotográficas, tentando obter cópias por contato de silhuetas de folhas, plumas, rendas e outros objetos. O papel era mergulhado em nitrato e cloreto de prata e depois de seco, fazia seu contato com os objetos, obtendo-se uma silhueta escura. Finalmente o papel era fixado sem perfeição com amoníaco ou com uma solução concentrada de sal. Às vezes, também era usado o iodeto de potássio.
Estúdio de Talbot em Reading - 1844
Em 1835, Talbot construiu uma pequena câmera de madeira, com somente 6,30 cm², que sua esposa chamava de “ratoeiras”. A câmera foi carregada com papel de cloreto de prata, e de acordo com a objetiva utilizada, era necessário de meia à uma hora de exposição. A imagem negativa era fixada em sal de cozinha e submetida a um contato com outro papel sensível. Desse modo a cópia apresentava-se positiva sem a inversão lateral. A mais conhecida mostra a janela da biblioteca de Abadia de Locock Abbey, considerada a primeira fotografia obtida pelo processo negativo/positivo. 

Capa do livro "Pencil of Nature" 1844, 
o primeiro ilustrado fotograficamente

Talbot comprou uma casa em Reading, contratou uma equipe para produzir cópias, fotografou várias paisagens turísticas e comercializava as cópias em quiosques e tendas artísticas em toda a Grã Bretanha. Assim começou a verdadeira história da fotografia em sua versão negativo-positivo, processo cujo fundamento é usado até hoje.
Em 1844 "The pencil of Nature", foi o primeiro livro do mundo ilustrado no que se incluíram fotografias impressas, foi publicado por Talbot. 

William morreu no dia 17 de setembro de 1877.

Augusto Flavio de Barros-Carolina Stampone 8F 4

Augusto Flavio de Barros nasceu em 1897 foi um importante fotografo brasileiro pois retratou a guerra de Canudos.
Para essa guerra foram enviados vário sfotografos não apenas para fotografar as coisas mais também para lutar.Não sabemos se Augusto foi para essa guerra como voluntário ou obrigado pelo exército só sabemos que suas fotos são as únicas que chegaram ao nosso tempo.
Flavio foi para a guerra com o intuito de fotografar os batalhões e seus comandantes,as igrejas, as prisioniras e o corpo do bom jesus conselheiro tendo como sua obra mais importante a  obra Os 440 sobreviventes reféns do exército republicano.
Flavio de barros participou de uma época onde ja existiam os atelies que na época eram laboratórios onde se revelavam as fotografias da época porém como antes de sua chegada ele não estava estabelecido comercialmente ele provavelmente não tinha o seu proprio atelie.

 Quando voltou ao brasil Flavio de barros só desejava mostrar as suas fotografias para todos mas no começo não recebeu muitos elogios pois vários outro fotógrafos morreram na guerra, lutaram pra valer e ele apenas tirou fotos mas depois que ele anunciou que faria uma apresentação em praça pública todos foram ver as grandes imagens da guerra de Canudos por Augusto Flavio de Barros.
Legenda:obra de Flavio de barros Os 440 sobreviventes reféns do exército republicano.Fotografia na chapa.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Hércules de Florence - Flávia nº08

Nasceu em 1804 e morreu em 1879. Foi um desenhista e naturalista brasileiro, de origem francesa. Conhecido como pai da fotografia.
 Aos 16 anos viaja para Antuérpia (Bélgica), á procura de trabalho. Nao consegue o emprego desejado e assim volta para casa a pé. Dois anos mais tarde se alista como marinheiro.
 1824 viaja para o Rio de Janeiro onde consegue diferentes tipos de emprego.
 1825 descobre que o naturalista Georg Heinrich von Langsdorf procurava um desenhista que fizesse junto a ele uma expedição pelo interior do Brasil. Hércules de Florence, sem perder a oportunidade, se integrou a viajem. Retornando ao Rio de Janeiro 4 anos depois.
  1829 vai ao interior de São Paulo onde inicia suas pesquisas e descobertas, sobre o estudo dos sons dos animais, além de estudar uma nova forma de impressão.
  Sem conhecer o trabalho do francês Nicéphore Niépce que foi o responsável  pela fixação da primeira fotografia em 1826; Florence imprime imagens pela ação da luz em 1832, com base no princípio de negativo/positivo, que permite a reprodução das chapas. Este processo só seria desenvolvido pelo inglês  William Talbot em 1839.
 Morreu na cidade de campinas.


http://www.algosobre.com.br/biografias/hercules-florence.html

Louis-Jacques- Mandé Daguerre - Giovana, 8F, n°10

              Louis-Jacques- Mandé Daguerre, (18 de novembro de 1787, Cormeilles-en-Parisi, Val-d'Oise, França10 de julho de 1851, Bry-sur-Marbe, França) foi um pintor, cenógrafo, físico e inventor francês, tendo sido o primeiro a conseguir uma imagem fixa pela ação direta da luz (1835 - o daguerreótipo) , assim, continuando os  procedimentos de Joseph Nicéphore Niépce.
       
             A história do daguerrótipo é :
Quando Louis Daguerre continuou o procedimento de Niépce usando uma placa revestida de prata sensibilizada com iodeto de prata, que não apresentava vestígios de imagem, guardou-a em um armário e ao abri-lo no dia seguinte, encontrou uma imagem revelada. Fez experiências, por eliminação com os outros produtos que estavam no armário, para descobrir que a imagem latente tinha sido revelada por acção do mercúrio.
Longo tempo de exposição (15 a 30 minutos), a imagem era invertida e o contraste era muito baixo. A imagem formada na chapa, depois de revelada, continuava sensível à luz do dia e rapidamente era destruída; Daguerre, logo descobriu que, mergulhando as chapas reveladas numa solução aquecida de sal de cozinha, este tinha um poder fixador, obtendo assim uma imagem inalterável.
               Daguerre tinha problemas financeiros e não conseguiu obter o apoio de industriais por querer manter secreta a parte fundamental do seu processo. Em 1839, vendeu sua invenção, o daguerreótipo, ao governo Francês, tendo ficado a receber uma renda vitalícia de 6000 Francos anuais e Isidore Niépce, filho de Nicéphore, recebia 4000.