Em que ano lançou o desenho: "Scooby-Doo Cade você?"? Flávia Nóbrega nº:08

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Gervásio Baptista - Mario Carolina N24

Gervásio Baptista

Gervásio Baptista é um fotojornalista brasileiro. Ele registrou um dos mais importantes episódios da história brasileira e mundial.

Carreira

Estreou no jornalismo aos onze anos, fotografando como assistente para o jornal O Estado da Bahia
Nos anos 50, transfere-se para o Rio de Janeiro, a convite de Assis Chateaubriand, dono dos Diários Associados, com quem teve um contato um ano atras quando trabalhou no O Cruzeiro.
Em 54, vai para a revista Manchete onde permanece até o fechamento dela, em 2000. É lá que registra, o momento da construção da nova capital. É de sua autoria a conhecida foto de Juscelino Kubitschek acenando com a cartola para o povo, que estampou a capa da Manchete sobre a inauguração de Brasília e tomou o mundo.
As fotos  que ele tirou no interro do Getulio Vargas tambem fez muito secesso na capa da revista.
Como fotógrafo oficial dos concursos Miss Brasil e Miss Unoverso, Gervásio viajou o mundo para retratar a beleza da mulher brasileira no período áureo desses eventos. Fotografou Fidel Castro, Che- Guevara e fez um registro diferenciado da Revolucao Cubana. Acompanhou e fotografou a queda do presidente argentino Juan Domingo Peron e tambem registrou a Guerra da Vietna.
Durante a ditadura, teve várias passagens pela prisão, mas por não ter engajamento político, sempre foi libertado rapidamente e sem maiores conseqüências.
Fotógrafo oficial de Tancredo Neves, fez, com exclusividade, a última foto do presidente, acompanhado da equipe médica do Hospital de base de Brasília.
Gervásio, contratado pela Radiobras e prestando serviços ao Supremo Tribunal Federal e é citado como decano do fotojornalismo pela ABI -Associação Brasileira de Imprensa

 Maria Carolina Zerbini  N 24

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gerv%C3%A1sio_Baptistahttp:



 


 

Cláudia Andujar - Giovana n°10, 8F

Claudia Andujar (Neuchâtel, Suíça, 1931) é uma fotógrafa brasileira Viveu na Hungria e nos Estados Unidos no início dos anos 50, transferindo-se para São Paulo em 1957, naturalizando-se brasileira. Atuou como repórter fotográfica de 1960 a 1971. No final da década de 70 passa a se dedicar exclusivamente à luta pela preservação do povo Yanomami, tendo sido uma das fundadoras da Comissão pela Criação do Parque Yanomami. É autora dos livros Bicos World, Estados Unidos, 1958; The Amazon, Holanda, 1973; Amazônia - em parceria com George Love -, 1978; Mitopoemas Yanomami e Yanomami em frente do Eterno, 1979; Missa da Terra sem Males, 1982. Em 1972, realiza o filme documentário Povo da Lua, Povo do Sangue: Yanomami; Teve seus trabalhos expostos em mostras como Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP: 1920-1970, no MAC/USP, 1996; 24 Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal, 1998; Coleção Pirelli/Masp de Fotografia, no Masp, 1998; Photo España 99, Festival Internacional de Fotografia, no Museo de la Ciudad, Madri, 1999.


Essas são duas de várias imagens do documentário Yanomami.



Fontes:http://migre.me/4uPap;

Dorothea Lange-Carolina n4 8F

Dorothea Lange em 1936




Dorothea Margaretta Nutzhorn,nasceu em 1895, na cidade de Hoboken, New Jersey, nos EUA,quando criança teve paralisia infantil o que a deixou manca pro resto da vida.
Dorothea começou a fotografar sem experiência, pois, o fotografo Arnold Genthe lhe deu uma câmera e foi a partir daí que o interesse surgiu e Dorothea foi estudar fotografia em Columbia nova York. Profissionalmente, começou como fotofinalizadora (pessoa que retoca os negativos) e só depois criou o seu próprio estúdio na California.
Crianças en uma escola publica em São Francisco
Depois de 10 anos trabalhando com fotos no estúdio Lange começou a fotografar o povo de na cidade de São Francisco isto a levou para o Centro de Reabilitação Rural da Califórnia e dali para a Farm Security Administration (FSA), onde juntamente com seu futuro marido, Paul Taylor, fotografou as ondas de migrantes rurais vítimas das péssimas condições econômicas da época.
Dorothea Lange diferenciavam-se basicamente pela sua postura de honestidade sem artifícios ela fotografava principalmente pobres e desabrigados que tinham o sofrimento mas também a esperança espressasdas.

Migrant mother uma das obras mais famosas de Lange

Dorothea também esteve presente na 2 guerra mundial onde fotografou os nipo-americanos forçados a viver em campos de concentração na Califórnia.Depois da guerra ela sofreu problemas de saúde que fez ela se afastar do estúdio mas depois ela voltou e começou a trabalhar na revista life. Ela viajou pelo mundo na companhia do marido, fotografando principalmente a América do Sul, a Ásia e o Oriente Médio até sua morte em 1965.
 

Carol Guzy - Giulia Alves nº11 8F

Carol Guzy nasceu no dia 7 de março de 1956, na Pensilvânia, seu pai morreu quando ela ainda era jovem, assim, ela só tinha a sua mãe. Carol ficou muito tempo desenhando, e a medida que ela crescia, ela queria se tornar uma artista comercial, mas sua mãe queria que a filha tivesse uma carreira que fosse mais prática, menos competitiva e que lhe proporcionasse uma renda constante, e então, atendendo os conselhos de sua mãe, ela seguiu a carreira de enfermeira. Carol Guzy se apaixonou por uma lente quando o namorado dela lhe deu uma câmera, ela se matriculou num curso de fotografia, no qual falhou, porque seus cursos de enfermagem não lhe davam tempo suficiente para esse seu passatempo. Ela se formou em enfermagem em 1978, mas logo percebeu o seu erro, seu lado artístico continuava a chamar, então, ela resolveu se dedicar à arte. Trabalhou então em um estágio no jornal Miami Herald e, finalmente, encontrou um emprego lá como fotógrafa pessoal.
Durante a década de 1990, Guzy abordou algumas das principais notícias de todo o mundo, entre eles a queda da União Soviética, erupção de vulcões e até tragédia com furacões. Entre seus muitos prêmios, estão o que ela ganhou em 1990, de fotógrafo do ano no concurso anual da National Press, no qual ela foi a primeira mulher a ganhar.
Carol Guzy


Essa é uma foto famosa de Carol Guzy, The plight of Kosovo refugees:
a foto faz parte da entrada do Washington Post vencedor do prêmio Pulitzer (2000mostra como um refugiado kosovar Agim Shala, 2, é transmitido através de uma cerca de arame farpado nas mãos dos avós, em um acampamento dirigido por Emirados Árabes Unidos em Kukes, Albânia






















Fonte: http://www.answers.com/topic/carol-guzy

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Araquém Alcântara - Sofia Barone nº26 8F

Nasceu em Florianópolis, SC, 1951,Brasil,  é Fotógrafo, jornalista e professor. Fez a faculdade de Jornalismo da Universidade de Santos. Durante a graduação trabalhou como repórter em alguns jornais (O Estado de São Paulo e Jornal da tarde) e depois começou a trabalhar na fotografia. Fez matérias de cunho ambientalista, depois fez expedições fotográficas a alguns lugares como a Mata Atlântica. Ela desenvolveu vários projetos pessoais em questões ecológicas, ambientais e sociais. Participou de vários protestos contra as instalações de usinas nucleares. Depois se tornou free-lancer e colaborou em jornais nacionais e internacionais. Ele se dedicou também a fauna e a flora dos 36 parques ecológicos do Brasil e com isso fez o livro Terra Brasil. Ganhou vários prêmios como: Presença das Crianças nas Américas, concedido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância – UNICEF, o Grande Prêmio da 1ª Bienal de Fotografia Ecológica, realizada em Porto Alegre, e de melhor exposição em 1993, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte - APCA. Ele fez 17 livros de fotografia, sendo a maioria deles sobre os ecossistemas nacionais, alem de tudo Araquém atua como professor em workshops em vários Estados brasileiros.





Araquem Alcântara






fotos ampliadas do livro "Amazônia", do fotógrafo e jornalista Araquém Alcântara








O uacari branco vive na reserva de Mamirauá, no Amazonas. (Foto: Araquém Alcântara)

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Friedrich Voigtlander - Por SOFIA BARONE Nº26 8F

Peter Wilhelm Friedrich Von Voigtländer, nasceu em Viena, em 17 de novembro de1812, morreu em Braunschweig (Alemanha), em 8 de abril de 1878.
Em 1837 assumiu a oficina de óptica e precisão, instrumentos de engenharia, montada por seu avô V. Johann Christoph (1732-1797) e seguido por seu pai Johann Friedrich V. (1779-1859).
Peter Wilhelm Friedrich Voigtlander, trabalhou com Petzval, matemático, para projetar a primeira lente matematicamente computadorizada em 1840. A lente tinha uma incrível velocidade!
Voigtlander criou um incrível câmera para usar as lentes. Foi o primeiro conjunto de metal a primeira câmera e câmera com cremalheira e pinhão centrada. Movido para a sua oficina mecânica instrumentos ópticos e multa de Braunschweig, em 1849 expandiu-na em uma grande empresa industrial

As primeiras fotografias de Voigtländer foi no começo da década de 1840, quase ao mesmo tempo que o suíço Johann Baptist daguerreotipista Isenring (1796-1860). Em fevereiro de 1843 a empresa apresentou Voigtländer. Friedrich Voigtländer em 1867 foi condecorado pelo imperador da Áustria e chegou à nobreza hereditária. Em 1868, transferiu a sede das operações alemãs na Brunswick.

Joseph Nicéphore Niépce - Maria Carolina N24

Joseph Nicéphore Niépce

Joseph Nicéphore Niépce (7 de março de 1765 na França - 5 de julho de 1833 na França) foi um inventor francês responsável por uma das primeiras fotografias.
Niépce deu início ás suas fotografias em 1793, mais faziam pouco sucesso. Logo após conseguiu imagens que demoraram a desaparecer. Ele criou um processo fotográfico chamado heliografia e demorava oito horas para gravar uma imagem.

A heliografia

Em 1793, junto com o seu irmão Claude, oficial da marinha francesa, Joseph Nicéphore Niépce (1765-1833) tenta obter imagens gravadas quimicamente com a câmara escura, durante uma temporada em Cagliari. Aos 40 anos, Niépce se retirou do exército francês para dedicar-se a inventos técnicos, graças à fortuna que sua família possuia. Nesta época, a litografia era muito popular na França, e como Niépce não tinha habilidade para o desenho, tentou obter através da câmera escura uma imagem permanente sobre o material litográfico de imprensa. Recobriu um papel com cloreto de prata e expôs durante várias horas na câmera escura, obtendo uma fraca imagem parcialmente fixadas com ácido nítrico. Como essas imagens eram em negativo e Niépce pelo contrário, queria imagens positivas que pudessem ser utilizadas como placa de impressão, determinou-se a realizar novas tentativas.
Após alguns anos, Niépce recobriu uma placa de estanho com e betume branco da Judéia que tinha a propriedade de se endurecer quando atingido pela luz. Nas partes não afetadas, o betume era retirado com uma solução de essência de alfazems. Em 1826, expondo uma dessas placas durante aproximadamente 8 horas na sua câmara escura fabricada pelo ótico parisiense Chevalier, conseguiu uma imagem do quintal de sua casa. Apesar desta imagem não conter meios tons e não servir para a litografia, todas as autoridades na matéria a consideram como "a primeira fotografia permanente do mundo". Esse processo foi batizado por Niépce como heliografia, gravura com a luz solar.
Em 1827, Niépce foi a Kew, perto de Londres, visitar Claude, levando consigo várias heliografias. Lá conheceu Francis Bauer, pintor botânico que de pronto reconheceu a importância do invento. Aconselhado a informar ao Rei Jorge IV e à Royal Society sobre o trabalho, Niépce, cauteloso, não descreve o processo completo, levando a Royal Society a não reconhecer o invento. De volta para a França, deixa com Bauer suas heliografias do Cardeal d'Amboise e da primeira fotografia de 1826.

  Foto mais antiga tirada por Joseph Niépce, por volta de 1826.

Em 1829 substitui as placas de metal, revestidas de prata por estanho, e escurece as sombras com vapor de iodo. Este processo foi detalhado no contrato de sociedade com Daguerre, que com estas informações pode descobrir em 1831 a sensibilidade da prata iodizada à luz. Niépce morreu em 1833 deixando sua obra nas mãos de Daguerre.